Colégio particular de SP suspende alunos após compartilhamento de mensagens misóginas

Colégio São Domingos nasceu em 1959. Reprodução/Redes sociais O Colégio São Domingos suspendeu alguns alunos que compartilharam mensagens misóginas em gr...

Colégio particular de SP suspende alunos após compartilhamento de mensagens misóginas
Colégio particular de SP suspende alunos após compartilhamento de mensagens misóginas (Foto: Reprodução)

Colégio São Domingos nasceu em 1959. Reprodução/Redes sociais O Colégio São Domingos suspendeu alguns alunos que compartilharam mensagens misóginas em grupos de WhatsApp. A instituição é privada e fica em Perdizes, na Zona Oeste da capital paulista. Segundo apuração da TV Globo, estudantes do 9° ano teriam criado uma lista com nomes de alunas classificadas como “mais e menos estupráveis”. A escola informou que tomou conhecimento do caso na última quarta-feira (11) e classificou o conteúdo como “misógino” e “ofensivo à comunidade do colégio — em especial, às estudantes — e em total desacordo com os princípios e valores da instituição”. Em nota, o colégio afirmou que as mensagens foram compartilhadas em grupos não institucionais, mas destacou que mobilizou a equipe pedagógica para lidar com a situação. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Entre as medidas adotadas pela instituição estão a escuta e acolhimento das estudantes, conversas com os alunos envolvidos e com seus familiares, além da suspensão temporária dos responsáveis pelas postagens de todas as atividades curriculares e extracurriculares. A instituição também informou que promoveu discussões em sala de aula sobre o tema, com participação dos educadores, e criou um grupo de trabalho para apurar o caso e acompanhar os desdobramentos. No comunicado, a escola afirmou ainda que o caso exige “sensibilidade, responsabilidade e sigilo”, especialmente por envolver menores de idade. Na semana passada, estudantes do ensino médio também realizaram um protesto em defesa das mulheres, usando roupas roxas - cor que simboliza a luta pela igualdade de direitos e justiça. Procurada, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que não encontrou registro da ocorrência na Polícia Civil.