Padrasto executado 24h após matar enteado em SP já foi preso por agredir mulher grávida, diz polícia

Câmeras de segurança registraram padrasto saindo com menino desacordado de apartamento Luan Henrique Silva de Almeida, conhecido como 'Fuzil', foi morto a tir...

Padrasto executado 24h após matar enteado em SP já foi preso por agredir mulher grávida, diz polícia
Padrasto executado 24h após matar enteado em SP já foi preso por agredir mulher grávida, diz polícia (Foto: Reprodução)

Câmeras de segurança registraram padrasto saindo com menino desacordado de apartamento Luan Henrique Silva de Almeida, conhecido como 'Fuzil', foi morto a tiros menos de 24 horas após ser apontado como principal suspeito de matar o enteado Arthur Kenay, de oito anos, e tinha um histórico agressivo e uma ficha criminal. De acordo com a Polícia Civil, o homem já foi condenado por roubo em 2012. Seis anos depois, ele foi preso em flagrante por violência doméstica após agredir a companheira, que na época estava grávida, em São Vicente. Luan Henrique Silva de Almeida foi morto a tiros após ser apontado como principal suspeito de matar o enteado Arthur Kenay Reprodução ✅ Clique aqui para seguir o novo canal do g1 Santos no WhatsApp. A mulher ficou com hematomas nos olhos e no corpo (veja abaixo). Na ocasião, ela registrou um boletim de ocorrência por agressão, ameaça e injúria. No entanto, a vítima retirou a queixa meses depois, quando se reconciliou com o acusado. 'Fuzil' também foi investigado por envolvimento no assassinato do investigador Evandir Pedro de Alcântara, em 6 de julho de 2014, em Praia Grande. Fuzil havia sido preso por agredir mulher em 2018 Reprodução do processo Agressivo De acordo com apuração da TV Tribuna, afiliada da Globo, 'Fuzil' já havia sido denunciado pelo próprio filho, que estuda na mesma escola do então enteado Arthur e pediu ajuda à equipe escolar. Na ocasião, a direção da unidade entrou em contato com o homem, que disse “dar tapas” para corrigir o menino. Sendo assim, os profissionais orientaram o pai e acionaram o Conselho Tutelar. Luan Henrique Silva de Almeida, de 31 anos, foi morto a tiros Reprodução Segundo o delegado Lucas Santana dos Santos, a Polícia Civil concluiu que 'Fuzil' foi o autor das agressões que mataram Arthur, pois ele havia ficado aproximadamente uma hora e meia sozinho com o menino antes de sair com o menor desacordado nos braços. "A gente colheu informações que a criança tinha medo dele, que ele era agressivo, que a criança não gostava de ficar com ele, apesar de ficar algumas vezes”, explicou o delegado. O agente acrescentou que a ficha médica e o exame necroscópico apontaram que a morte de Arthur foi causada pelas agressões sofridas na região do abdômen, que geraram hemorragia interna. Luan Henrique Silva De Almeida foi morto após ser acusado de matar o enteado, de 8 anos Arte g1 Morte Luan foi baleado no bairro Ribeirópolis, em Praia Grande, no sábado (2). Ele chegou a ser socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), e encaminhado à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Samambaia. Durante o trajeto, homens armados abordaram e invadiram a ambulância, e Luan foi baleado. O suspeito não resistiu aos ferimentos e morreu. A Polícia Civil investiga o caso e tenta identificar o autor dos disparos. Caso Arthur Arthur Kenay Andrade de Oliveira, de 8 anos, morreu após dar entrada em uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) com diversas lesões em Cubatão. De acordo com o boletim de ocorrência, os ferimentos eram compatíveis com maus-tratos. Luan Henrique Silva de Almeida, conhecido como “Fuzil”, é apontado como principal suspeito do crime. Reprodução O garoto chegou em parada cardiorrespiratória à unidade de saúde no bairro Jardim Casqueiro, na noite desta sexta-feira (1). Em nota, a Secretaria de Saúde de Cubatão informou que o paciente deu entrada vindo de São Vicente e os médicos tentaram a reanimação, mas a vítima não resistiu e teve a morte constatada no local. Segundo o registro policial, durante o atendimento, a equipe médica identificou lesões de unha no pescoço e lábio do menino, além de hematomas e manchas roxas em áreas como abdômen, tórax, dorso, membros inferiores e nádegas, compatíveis com indícios de maus-tratos. Sendo assim, a Polícia Militar (PM) foi acionada. VÍDEOS: g1 em 1 Minuto Santos