Primeira turma feminina da Escola de Especialistas de Aeronáutica, da FAB, inicia formação: 'oportunidade única'

Primeiras recrutas iniciam formação em Guaratinguetá O sonho de seguir carreira militar começou a se tornar realidade nesta segunda-feira (2) para 20 mulher...

Primeira turma feminina da Escola de Especialistas de Aeronáutica, da FAB, inicia formação: 'oportunidade única'
Primeira turma feminina da Escola de Especialistas de Aeronáutica, da FAB, inicia formação: 'oportunidade única' (Foto: Reprodução)

Primeiras recrutas iniciam formação em Guaratinguetá O sonho de seguir carreira militar começou a se tornar realidade nesta segunda-feira (2) para 20 mulheres em Guaratinguetá, no interior de São Paulo. Elas formam a primeira turma feminina alistada na Escola de Especialistas de Aeronáutica (EEAR). Agora como recrutas da Força Aérea Brasileira (FAB), elas falaram à TV Vanguarda sobre o sentimento de servir ao país. Uma das integrantes da turma é Maria Fernanda Alvarenga. Ela contou que decidiu se alistar inspirada pelo pai, pelo tio e pelo avô, que também são militares. “Surgiu essa vontade desde pequena. Quando eu era pequena, eu via meu pai fardado e eu falava: 'Nossa, que bonito'. É um orgulho para a família, porque todo mundo da família fica feliz. Quando tive a oportunidade do alistamento, eu falei para minha mãe: 'Mãe, eu quero tentar, quero fazer'”, contou. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp Ela disse que foi desafiador o processo, mas que sempre confiou que podia alcançar a oportunidade de integrar a corporação. A família ficou orgulhosa, segundo ela. “Quando chegou a oportunidade que eu realmente ia entrar, minha mãe se sentiu mais orgulhosa ainda, não só minha mãe, como meu pai, meus avós, minha família, porque, querendo ou não, [estar] marcando a história da FAB, é uma emoção enorme para a gente”, acrescentou. Maria Fernanda Alvarenga é uma das recrutas da EEAR Reprodução/TV Vanguarda Outra recruta da FAB que começou nesta segunda-feira foi a Rafaela Almeida. Ela contou que é um serviço que exige muita disciplina, mas que é gratificante. “Um serviço que exige muita coragem. Tem que ter bastante psicológico para estar aqui dentro, não é fácil e não está sendo. Mas, acho que, para quem sonha e imagina entrar na carreira militar, tem em mente que o começo é demorado, é difícil, mas depois, no final, é gratificante”, afirmou. Rafaela Almeida também é uma das recrutas da EEAR Reprodução/TV Vanguarda Ela também explicou que o sonho teve início ainda na infância, quando via os desfiles das Forças Armadas. “Por paixão, por ver desfile, as mulheres todas alinhadas, certinhas. Achava aquilo o máximo. Surgiu essa oportunidade maravilhosa das mulheres. Assim que eu vi, me alistei, fiquei toda animada, e aqui estou”, comemorou. “Estar aqui como a primeira turma de mulheres se alistando nas Forças Armadas é um ato de coragem e de responsabilidade. Não é fácil, mas é questão de crescimento pessoal. Você se torna mais disciplinado, conhece como é aqui dentro, então é uma oportunidade única”. Recrutas da EEAR, em Guaratinguetá Reprodução/TV Vanguarda Veja mais notícias do Vale do Paraíba e região bragantina