Projeto de programa para combater abuso infantojuvenil é retirado de pauta na Câmara de Campinas
Câmara de Campinas vota programa para combater abuso sexual infantojuvenil Álvaro Júnior/Câmara de Campinas O projeto de lei para criação de um programa p...
Câmara de Campinas vota programa para combater abuso sexual infantojuvenil Álvaro Júnior/Câmara de Campinas O projeto de lei para criação de um programa para combater o abuso e a exploração sexual infantojuvenis em Campinas (SP), previsto para ser votado na noite desta segunda-feira (4), foi retirado da pauta na Câmara de Campinas. Um pedido do autor do projeto de lei para retirada da urgência foi protocolado e aprovado durante a sessão ordinária. Com isso, não há data para que o Plenário discuta o texto que prevê atividades nas escolas públicas e privadas, bem como campanhas que abordem o tema. ✅ Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Programa Segundo o projeto protocolado na Casa, o programa, que carregará o nome "Campinas de mãos dadas contra o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes", terá duas frentes de trabalho: Realização de campanhas educativas e informativas para sensibilizar a sociedade sobre a importância da prevenção e do combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes; Desenvolvimento de atividades nas escolas municipais, estaduais e privadas, adaptadas às faixas etárias, visando a orientação de crianças e adolescentes. No caso das escolas, os trabalhos serão feitos por meio de parcerias com organizações da sociedade civil, instituições de ensino, conselhos tutelares ou outros órgãos competentes. Vídeos em alta no g1 Caso a proposta seja aprovada, as ações acontecerão anualmente no mês de maio por conta da campanha "Maio Laranja", criada após uma lei federal ter sido sancionada em 2022. 🟠 O que é a campanha "Maio Laranja"? A iniciativa abrange ações de combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes, com realização de palestras, campanhas e iluminação de espaços públicos. Foi criada em memória de Araceli Cabrera Sánchez Crespo, que morreu aos 8 anos, em 1973, em Vitória (ES), após ser sequestrada, estuprada e morta por jovens. O projeto ainda prevê que o programa seja liderado pelas secretarias de Desenvolvimento e Assistência Social, de Educação e de Saúde de Campinas. Na justificativa do texto, é apontado que o abuso e a exploração sexual infantojuvenis são problemas graves que afetam "milhares de famílias em todo o Brasil, causando impactos irreparáveis na vida das vítimas". VÍDEOS: tudo sobre Campinas e região Veja mais notícias sobre a região no g1 Campinas