Secretaria da Saúde confirma segundo caso de cepa do vírus Mpox no estado de SP

Imagem de microscópio eletrônico mostra partículas do vírus da mpox, em laranja, encontradas dentro de células infectadas, em verde. NIAID A Secretaria Est...

Secretaria da Saúde confirma segundo caso de cepa do vírus Mpox no estado de SP
Secretaria da Saúde confirma segundo caso de cepa do vírus Mpox no estado de SP (Foto: Reprodução)

Imagem de microscópio eletrônico mostra partículas do vírus da mpox, em laranja, encontradas dentro de células infectadas, em verde. NIAID A Secretaria Estadual da Saúde confirmou nesta segunda-feira (12) que foi registrado o segundo caso no estado de São Paulo de Mpox da cepa chamada de clado Ib, responsável por surto na República Democrática do Congo em 2025. Segundo a pasta, a confirmação da doença se deu no último sábado (10). Trata-se de um homem, de 39 anos, residente em Portugal, que apresentou os primeiros sintomas no final de dezembro, procurou atendimento no Instituto de Infectologia Emílio Ribas e permaneceu internado por um dia, recebendo todas as orientações com a alta e retornou ao país de origem. Ainda conforme a pasta, até o momento, não há registro de pessoas com sintomas entre os contatos identificados no local de hospedagem do paciente. Em 2025, foi registrado o primeiro caso da nova cepa. A paciente, uma mulher de 29 anos, evoluiu para cura. Até o momento, foram notificados 1.930 casos de mpox no estado de São Paulo, sem registro de óbito associado à doença. Os dados atualizados sobre mpox estão disponíveis no portal do Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (NIES). Mpox volta a ser uma emergência sanitária global, diz OMS; tire dúvidas em 10 tópicos Transmissão Entenda por que a mpox voltou a ser uma emergência global A transmissão de Mpox entre seres humanos ocorre, principalmente, por meio de contato pessoal próximo com lesões na pele, fluidos corporais, sangue ou mucosas de pessoas infectadas. A doença causada pelo mpox vírus (MPXV) provoca os seguintes sintomas: manifestações cutâneas em qualquer parte do corpo, podendo estar associadas a febre, fraqueza, linfonodos inchados, dores musculares, dores nas costas, dor de cabeça, dor de garganta, congestão nasal ou tosse. O compartilhamento de objetos recentemente contaminados com fluidos ou materiais de lesões infectantes também podem transmitir a doença. Em caso de suspeita, a recomendação é procurar uma unidade de saúde para avaliação. Se o diagnóstico for confirmado, a orientação é adotar medidas preventivas para evitar a transmissão da doença e iniciar o manejo clínico individualizado. Prevenção contra a Mpox: Higienizar as mãos com água e sabão e usar álcool em gel; Não compartilhar roupas de cama, toalhas, talheres, copos, objetos pessoais ou brinquedos sexuais; Evitar contato íntimo ou sexual com pessoas que tenham lesões na pele; Manter isolamento imediato em caso de suspeita ou confirmação de Mpox. Entenda como o vírus da mpox infecta o corpo humano. Ana Moscatelli/Arte g1